Sobre a TrueMakers

Crescer não deveria custar
mais gente.

Somos uma consultoria em escalabilidade operacional. O que separa a curva de quem cresce inchando da curva de quem cresce com margem é infraestrutura, não headcount.

A tese

A operação que deveria sustentar a empresa vira o gargalo.

Chega um ponto em que crescer quer dizer contratar mais gente, abrir mais planilha e criar mais processo manual. Cada cliente novo adiciona trabalho humano, e o custo sobe junto com a receita. A TrueMakers existe para quebrar essa proporção: desenhar e construir a infraestrutura que absorve o volume no lugar da folha.

Crescimento do negócio → ↑ Custo de operação e folha
Modelo linear: cresce contratando Com infraestrutura: cresce sem inchar

Quem está por trás

Quem responde pelo que é entregue.

Quem conduz o diagnóstico é quem acompanha a operação depois de entregue.

Jhon Kaleb

Fundador

Sou sócio e responsável pela arquitetura na TrueMakers. São 9 anos de desenvolvimento de software, com passagem por Itaú e Neogrid, em operações onde escala e disponibilidade eram requisito de projeto, não preocupação futura. Foi ali que ficou claro para mim que a maior parte do que trava uma empresa não é falta de tecnologia, e sim tecnologia construída sem arquitetura. É o que procuro primeiro em cada diagnóstico: onde a operação foi remendada, e o que isso está custando.

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Como conduzimos

Nunca começamos construindo. Começamos entendendo.

Software antes do diagnóstico é chute caro. O método tem quatro passos, e o primeiro nunca é código.

01

Diagnóstico

Mapeamos a operação como ela é hoje: onde o trabalho manual se acumula e quanto ele custa.

02

Plano

Definimos a sequência por retorno: o que entra primeiro, o que espera e o que não deve ser feito.

03

Execução

Construímos em entregas curtas, com escopo, prazo e valor fechados antes de começar.

04

Sustentação e evolução

O sistema entra em produção acompanhado e segue mudando conforme o negócio muda.

No que acreditamos

Quatro posições que definem como trabalhamos.

Controle de acesso, criptografia e trilha de auditoria entram no desenho do sistema, não numa fase depois.

A stack mais interessante perde para a entrega que devolve horas ou receita primeiro.

Você aprova o que será feito, quando e por quanto. Mudança de rumo é conversa, não fatura surpresa.

O sistema continua evoluindo com o negócio. Sem isso, ele vira legado em poucos meses.